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quinta-feira, 24 de março de 2011

Nova versão beta do Chrome suporta comandos de voz



Por Redação IDG Now

A Google lançou na quarta (23) a versão de testes – beta – do Chrome 11. A principal novidade é o suporte a interação de voz via HTML5 – ou seja, o navegador é capaz de transcrever o que usuário falar ao microfone.

A ferramenta, porém, só funciona nos portais ou aplicativos que a suportarem – a ideia é que os desenvolvedores comecem a aproveitá-la ao atualizarem seus programas. Por ser inédita, não há nenhuma página onde possa ser testada, a não ser uma que a própria Google criou, para que os usuários possam experimentar o recurso – para acessá-la, clique aqui.

O navegador também passa a suportar códigos 3D construídos em CSS. O blog do Chrome, no comunicado em que apresenta a versão, recomenda esta página para que os internautas vejam o que a novidade poderá lhes proporcionar.

Por último, o novo ícone do browser faz a sua estreia no beta 11. A Google deixou de lado o desenho com profundidade – uma esfera de três cores – e trocou-o por uma figura chapada, que, embora muito diferente da anterior, mantém a mesma identidade.

Atualmente, o Internet Explorer, da Microsoft, domina 56,7% do mercado de navegadores – somadas todas as suas versões – e é líder do setor, apesar das sucessivas quedas. Em segundo está o Firefox, com 21,7%, seguido pelo Chrome (10,9%), Safari (6,3%) e Opera (2,15%).



 
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Participação do Internet Explorer chega a 60,3% entre os navegadores




Por Oliver Garnham, IDG News Service

A participação do Internet Explorer no mercado de navegadores obteve um crescimento em junho deste ano, segundo uma pesquisa da Net Applications, empresa de análise na web.

O navegador foi utilizado por 60,3% de todos os internautas do mundo, 0,6% superior ao mês de maio de 2010, quando foi constatado um aumento de 0,3%.

O vice presidente executivo da empresa de análise, Vince Vizzaccaro, declarou que as características de segurança do Internet Explorer 8 (IE8), e o aumento nas vendas de PCs com o sistema operacional Windows, são os principais responsáveis pelo crescimento.
"As vendas de PCs estão em um ritmo recorde ajudando a Microsoft a melhorar a sua posição no mercado, e a aumentar a utilização do IE8”, disse Vizzaccaro.

De acordo com a pesquisa, a participação do Firefox foi de 23,8%, uma queda 0,5%, enquanto o navegador norueguês Opera caiu 0,2%, contando agora com uma participação de 2,3% no mercado de navegadores.

O Google Chrome terminou o mês com 7,2% do setor, um aumento de 0,2%, enquanto o Safari, da Apple, subiu 0,1% contando com 4,9% de share.



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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Microsoft aumenta sua participação no mercado de navegadores

Por Jon Brodkin Network World/EUA

O Internet Explorer tem experimentado uma queda livre em comparação com os rivais mais quentes Firefox e Google Chrome. Mas o navegador da Microsoft finalmente reverteu uma pequena parte de suas perdas globais de mercado.

Há um ano, a fatia que cabia ao IE era de 66,97%. Desde então ela tem caído a cada mês, atingindo uma baixa de 59,75%. Em maio de 2010, o Firefox já havia saltado de 22,98% para 24,32% e o Chrome, de 2,84% para 7,04% no mesmo período de tempo.

Mas a Microsoft conseguiu recuperar a marca de 60%, com 60,32% de participação de mercado em junho, obtido às custas do Firefox, que caiu, em um mês, para 23,81%, de acordo com novos dados da empresa de análise Net Applications. O Chrome e o Safari reportaram pequenos ganhos.

O Internet Explorer já tinha começado a reconquistar usuários nos Estados Unidos em maio, mas agora os ganhos têm ocorrido também no resto do mundo. O aumento do uso das várias versões do IE em junho foi maior na Europa e na Ásia do que nos Estados Unidos.

Campanha de marketing

Enquanto versões mais antigas do Internet Explorer, como o IE6, continuam a perder mercado, em parte por causa de preocupações com segurança, a Microsoft creditou seus ganhos de junho a uma nova campanha de markting chamada "Confiança", que foi planejada para destacar os recursos de segurança do Internet Explorer 8.

O salto no uso do IE deve-se ao IE8, que ganhou globalmente, sozinho, 0,66% de fatia de mercado.
"A fatia do Internet Explorer 8 continua a ser a de crescimento mais rápido, com 0,66% de aumento, mais que três vezes o crescimento do Google Chrome, enquanto a fatia do Firefox diminuiu", disse o representante da Microsoft, Ryan Gavin, em blog.

Ainda será preciso confirmar se essa reversão de curto prazo será uma tendência mais permanente. Gavin destaca que "nós certamente não julgamos nosso negócio com base em apenas dois meses de dados, mas a direção aqui é encorajadora".

Enquanto o último navegador da Microsoft, o IE8, já é amplamente utilizado, a empresa já mostra versões preliminares do Internet Explorer 9, que supostamente terá "desempenho mais rápido e (...) suporte muito mais aprimorado para os padrões da web".

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Chrome já é mais popular que Safari entre os americanos, diz estudo



Por Peter Sayer, IDG News Service

O  Chrome, navegador da Google, ultrapassou pela primeira vez o Safari, da Apple, e já ocupa a terceira posição entre os browsers mais populares dos Estados Unidos, indicou um estudo realizado pela StatCounter, uma empresa de análise na web.

Segundo a pesquisa, durante a semana que terminou no dia 27 de junho, o Chrome representou 8,97% do mercado de navegadores americanos, na frente do Safari que ficou com 8,88%.

Os líderes foram o Internet Explorer (Microsoft) e o Firefox (Mozilla Foundation), que  dominaram o mercado, com 52% e 28,5%, respectivamente. 

Fora dos Estados Unidos, o Chrome já ultrapassou o Safari, há bastante tempo, com 9,4% contra apenas 4%, do navegador da Apple. Uma das explicações é o suporte para diferentes idiomas: o browser do Google está disponível em três vezes mais idiomas que o da Mozilla.

A StatCounter realizou o estudo a partir de contadores embutidos em 3 milhões de sites, analisando um total de 3,6 bilhões de páginas visitadas, 874 milhões delas só entre os americanos.
 
 
 
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terça-feira, 6 de abril de 2010

Chrome já detém 6,13% do mercado



Por Guilherme Pavarin

O navegador Google Chrome aumentou sua participação pelo décimo mês seguido e encerrou março com 6,13% do mercado, de acordo com a NetApplications.

Para se ter uma idéia do avanço do embrião do Chrome OS, o navegador do Google não passava de 2,18% de presença no mercado em maio de 2009. A partir de então, passou a crescer pouco a pouco e, já no fim do ano, saltava em torno de 0,4 pontos percentuais por mês.

De fevereiro para março, todavia, o pulo foi maior que a média: 0,52 pontos percentuais - de 5,61% para 6,13%.

A aposta dos analistas é que o browser do Google tenha se beneficiado com suas versões para Mac OSX e Linux, lançados no fim do ano passado, e com uma tática mais agressiva da empresa de Mountain View ao promover o Chrome junto a seus produtos.

Por razões óbvias, o progresso do Google Chrome trouxe consequências para os navegadores concorrentes; no mesmo período em que sua popularidade cresceu, a participação do líder Internet Explorer, por exemplo, encolheu de 68,10% para 60,65%.

Ainda assim, a relação entre a queda do IE e a ascensão do Chrome não é tão direta quanto parece. Isso porque Firefox, Safari e Opera também ganharam mercado nos últimos dez meses.
Em março, Firefox deteve 24,52% de participação, Safari 4,65% e Opera 2,37%. No mês de maio do ano passado, os valores eram, respectivamente, 22,75%, 2,70% e 2,06%.

O que a pesquisa sugere é que o uso das versões anteriores do navegador da Microsoft estão diminuindo e nem todas estão sendo renovadas para o IE 8, o mais atual e que, sozinho, corresponde a 18,4% de todo o mercado.

Para os analistas da NetApplications, o Chrome pode chegar a 10% do mercado de navegadores até o fim do ano, sobretudo pela chegada dos netbooks com Chrome OS.

Por outro lado, ainda há a ameaça do Internet Explorer 9, que, de acordo com a Microsoft, será mais rápido e poderoso – e sem compatibilidade com o Windows XP, ao que parece.

A NetApplications monitorou 40 mil sites e 160 milhões de visitantes únicos.






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sábado, 13 de março de 2010

Apple conserta 16 falhas de segurança do Safari, 12 delas críticas

 Por Gregg Keizer Computerworld/EUA


A duas semanas de um concurso hacker no Canadá, a Apple decide corrigir 16 vulnerabilidades no Safari, 12 delas críticas a ponto de permitir que um invasor tome o controle da máquina.

Na quinta-feira (11/3), a Apple atualizou o Safari do Mac OS X e do Windows para a versão 4.0.5, reforçando o navegador antes que ele fosse levado ao ringue para enfrentar Internet Explorer, Firefox e Chrome no desafio hackler Pwn2Own.

A organização do concurso havia previsto que o Safari seria o primeiro a cair na luta dos pesquisadores por 40 mil dólares em prêmios. O evento terá início em 24 de março e fará parte da conferência de segurança CanSecWest.

A última vez que a Apple atualizou o Safari foi em novembro de 2009, quando sete bugs foram eliminados com a atualização 4.0.4.

Falhas críticas
De acordo com o aviso da Apple, 12 das 16 vulnerabilidades receberam o selo "execução de código arbitrário". Isso significa que as falhas são críticas e poderiam ser exploradas para comprometer uma máquina Mac ou Windows.

Diferentemente de outros fabricantes, como Microsoft e Oracle, a Apple não usa um ranking de grau de ameaça para classificar seus bugs.

Nove das 16 falhas consertadas na quinta-feira estavam no motor de código aberto WebKit, que compõe o núcleo do navegador Safari; seis afetam apenas a versão Windows, que roda em XP, Vista e Windows 7.

Da meia dúzia de brechas que só afetam a versão para Windows, quatro estavam no componente Image IO e poderiam ser exploradas por arquivos de imagem TIFF e BMG especialmente preparados, no momento de serem renderizados pelo Safari.

Ajuda externa
 
Dois dos 16 bugs chegaram ao conhecimento da Apple por meio de navegadores rivais. Foi Billy Rios, um pesquisador de bugs de navegador que trabalhou na VeriSign mas que agora está na equipe de Pesquisa de Vulnerabilidades da Microsoft, quem identificou uma das falhas da versão para Windows; Robert Swiecki, do Google, encontrou uma das vulnerabilidades do WebKit.

As correções ao WebKit podem ter vindo a tempo. No mês passado, Aaron Portnoy, líder da equipe de pesquisa em segurança da unidade TippingPoint da 3Com - e patrocinadora da Pwn2Own -, apostou que o Safari iria sucumbir à competição, em parte por ter sido construído com base "no notoriamente defeituoso WebKit".

O Safari 4.0.5 também incluiu melhorias em estabilidade para plug-ins de terceiros, melhorias de performance para o recurso Top Sites (que mostra os domínios que o usuário mais visita), e correções para bugs não relacionados a segurança que afetam o modo como o browser lida com configurações do roteador e trabalha com o site de compartilhamento de documentos na web da suíte iWork.




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