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quinta-feira, 24 de março de 2011

Nova versão beta do Chrome suporta comandos de voz



Por Redação IDG Now

A Google lançou na quarta (23) a versão de testes – beta – do Chrome 11. A principal novidade é o suporte a interação de voz via HTML5 – ou seja, o navegador é capaz de transcrever o que usuário falar ao microfone.

A ferramenta, porém, só funciona nos portais ou aplicativos que a suportarem – a ideia é que os desenvolvedores comecem a aproveitá-la ao atualizarem seus programas. Por ser inédita, não há nenhuma página onde possa ser testada, a não ser uma que a própria Google criou, para que os usuários possam experimentar o recurso – para acessá-la, clique aqui.

O navegador também passa a suportar códigos 3D construídos em CSS. O blog do Chrome, no comunicado em que apresenta a versão, recomenda esta página para que os internautas vejam o que a novidade poderá lhes proporcionar.

Por último, o novo ícone do browser faz a sua estreia no beta 11. A Google deixou de lado o desenho com profundidade – uma esfera de três cores – e trocou-o por uma figura chapada, que, embora muito diferente da anterior, mantém a mesma identidade.

Atualmente, o Internet Explorer, da Microsoft, domina 56,7% do mercado de navegadores – somadas todas as suas versões – e é líder do setor, apesar das sucessivas quedas. Em segundo está o Firefox, com 21,7%, seguido pelo Chrome (10,9%), Safari (6,3%) e Opera (2,15%).



 
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Firefox e Chrome resistem a desafio hacker



 Por Monica Campi, da INFO Online

Os navegadores Firefox e Chrome se saíram bem durante competição entre hackers, sem que vulnerabilidades fossem encontradas.

O desafio Pwn2Own 2011, que se encerrou no domingo (13), teve os browsers Safari, da Apple, e Internet Explorer 8, da Microsoft, como os mais explorados pelos hackers.

A competição faz parte da conferência de segurança CanSecWest e instiga os hackers a executar códigos arbitrários a partir de vulnerabilidades encontradas nos principais navegadores, além de escapar de sandboxes impostas (ambientes restritos com limitado acesso a dados e sistemas).

Os que tentaram atacar os navegadores da Mozilla e do Google, tiveram que desistir após não conseguirem localizar e explorar as vulnerabilidades durante o prazo estabelecido pelo evento.

As equipes das duas empresas parabenizaram os competidores, e afirmaram que não seria por coincidência que ambos os browsers trabalhassem com programas de recompensas, serem de código aberto e possuírem equipes próprias de segurança.

Este é o terceiro ano seguido que o Google Chrome não é invadido. Já o Mozilla Firefox conseguiu o feito pela primeira vez, desde 2009 quando começou a participar da competição.





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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Aplicativo avisa quando Google coleta dados sobre navegação do internauta


Do R7

Como o Google coleta muitos dados sobre como usamos a web, um programador criou um novo aplicativo para os navegadores Firefox e Chrome, chamado Google Alarm, que envia alertas visuais e sonoros cada vez que as informações do usuário são enviadas para os servidores da companhia.

O Google Alarm exibe notificações, toca efeitos de som e atualiza estatísticas sobre a porcentagem de sites que o usuário visita que tenham algum desses rastreadores do Google. A informação é do site Mashable.

Segundo o programador, Jamie Wikinson, “cada serviço dispara um alerta visual e sonoro que avisa o internauta de que está transmitindo dados para o Google”.

Mesmo quando o internauta acessa outros sites, além do Gmail e do YouTube, ele envia constantemente informações para sua rede de “rastreadores de falhas”, como Google Analytics, AdSense, links para incorporar o YouTube etc – todos esses dados podem ser usados para monitorar e rastrear os hábitos de navegação do internauta.

Clique aqui para baixar a versão para o Firefox ou para o Chrome.







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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Liberada primeira versão beta oficial do Firefox 4



Do G1

A Fundação Mozilla liberou oficialmente o download do Firefox 4 beta 1. O anúncio foi feito no blog na companhia, em post assinado por Mike Beltzner, revelando que as próximas versões do navegador de código aberto deverão ser liberadas a cada duas ou três semanas.

No momento, o primeiro beta do Firefox 4 está disponível apenas em inglês. “Após baixar o Firefox 4 Beta 1, você fará parte do nosso programa beta e receberá atualizações regulares assim como mais recursos lançados”, escreveu Beltzner.
“Se você estiver usando um PC com Windows, a característica mais visível será o novo visual do navegador. Nós mudamos as abas para o topo para tornar mais fácil o foco no conteúdo da web e o controle das ferramentas no seu navegador”, destacou o post.
“Além disso, se você tiver o Windows 7 ou Windows Vista, a barra de menu foi substituída por um botão único Firefox que você pode acessar as opções mais utilizadas com apenas um clique. Essas mudanças chegarão em breve para Mac e Linux”, completou.

Entre as novidades estão novo gerenciador de extensões, o novo formato WebM para visualização de vídeos em HD dentro da linguagem HTML5, e uma série de melhorias para garantir maior segurança e estabilidade no navegador.

O anúncio acontece uma semana após o vazamento de um link para uma versão “candidate build” do Firefox 4 Beta 1, revelado pelo blog “ConceivablyTech”.






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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Participação do Internet Explorer chega a 60,3% entre os navegadores




Por Oliver Garnham, IDG News Service

A participação do Internet Explorer no mercado de navegadores obteve um crescimento em junho deste ano, segundo uma pesquisa da Net Applications, empresa de análise na web.

O navegador foi utilizado por 60,3% de todos os internautas do mundo, 0,6% superior ao mês de maio de 2010, quando foi constatado um aumento de 0,3%.

O vice presidente executivo da empresa de análise, Vince Vizzaccaro, declarou que as características de segurança do Internet Explorer 8 (IE8), e o aumento nas vendas de PCs com o sistema operacional Windows, são os principais responsáveis pelo crescimento.
"As vendas de PCs estão em um ritmo recorde ajudando a Microsoft a melhorar a sua posição no mercado, e a aumentar a utilização do IE8”, disse Vizzaccaro.

De acordo com a pesquisa, a participação do Firefox foi de 23,8%, uma queda 0,5%, enquanto o navegador norueguês Opera caiu 0,2%, contando agora com uma participação de 2,3% no mercado de navegadores.

O Google Chrome terminou o mês com 7,2% do setor, um aumento de 0,2%, enquanto o Safari, da Apple, subiu 0,1% contando com 4,9% de share.



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sábado, 3 de julho de 2010

Firefox será o navegador padrão da IBM

 

Por Jon Brodkin Network World/US

A IBM tomou partido na guerra entre os navegadores e escolheu o Firefox. Não houve um comunicado oficial, mas o vice-presidente de Linux e software open source da empresa, Robert Sutor, foi bem claro em seu blog pessoal:
“Vou dizer em alto e bom som: a IBM definiu o Firefox como o seu browser padrão”.

Feito nesta quinta-feira (1/06), o anúncio de Sutor, que trabalha na empresa desde 1982, é mais importante em termos de publicidade do que em número de usuários. Mas, ainda assim, não se pode ignorar os mais de 400 mil funcionários da “Big Blue” que passarão a usar o Firefox durante o horário de trabalho.
“Como muitos indivíduos e membros de organizações, os funcionários da IBM também usam seus navegadores na condução de seus negócios. Nossos desktops e notebooks têm alguns softwares em comum, e outros bem específicos de acordo com a área de atividade; e elas são muitas, afinal, somos mais de 400 mil em todo o mundo. Alguns dos programas que usamos não os deixariam surpresos já que nós mesmo que os produzimos, como o Lotus Notes, o Lotus Sametime e o Lotus Symphony. Bem, estamos adicionando mais um software na nossa lista de aplicativos padrão: o Mozilla Firefox”.

O executivo não diz qual era o browser padrão antes dessa decisão, ou mesmo se existia algum, mas seja qual for o programa utilizado pelo funcionário, ele será encorajado a mudar para o Firefox.
“Não é nenhuma novidade que alguns membros da IBM usam o Firefox. A notícia é que todos eles serão solicitados a usá-lo como padrão. O Firefox está pronto para o uso nas empresas e nós estamos prontos para usá-lo na nossa”

A lista
 
A seguir, no mesmo texto, Sutor enumera os motivos que influenciaram na decisão:
  • O Firefox é incrivelmente compatível e funciona por meio de padrões abertos, algo essencial na estratégia da IBM
  • É open source e desenvolvido por uma comunidade que não tem nenhuma relação com corporações.
  • É seguro e continuamente desenvolvido por uma comunidade de experts disposta a mantê-lo.
  • As extensões o tornam customizável tanto para aplicações específicas quanto para organizações, como a IBM.
  • É inovador e forçou os navegadores que existiam antes e os que vieram depois a adicionar recursos e melhorar a velocidade.
O mais interessante dos itens citados é o que diz que o Firefox não tem “nenhuma relação com corporações”; afinal, isso ilustra o porquê de não adotar outros browsers. O Chrome, mesmo sendo open source, pertence à Google; o Internet Explorer é controlado pela Microsoft, e o Safari é desenvolvido pela Apple. Restaria apenas o Opera, que está a cargo de uma empresa privada, a Opera software.

Sutor, no entanto, não deixa de esclarecer que realmente considera o Firefox mais avançado que seus rivais.
“Enquanto alguns navegadores surgem e outros deixam de existir, o Firefox continua sendo o padrão de qualidade sobre o que um navegador aberto, seguro e compatível deva ser. Sempre aparecerá um que seja mais rápido, outro com mais recursos, mas aí virá um terceiro ainda melhor, incluindo aí o próprio Firefox”.
 
 
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Microsoft aumenta sua participação no mercado de navegadores

Por Jon Brodkin Network World/EUA

O Internet Explorer tem experimentado uma queda livre em comparação com os rivais mais quentes Firefox e Google Chrome. Mas o navegador da Microsoft finalmente reverteu uma pequena parte de suas perdas globais de mercado.

Há um ano, a fatia que cabia ao IE era de 66,97%. Desde então ela tem caído a cada mês, atingindo uma baixa de 59,75%. Em maio de 2010, o Firefox já havia saltado de 22,98% para 24,32% e o Chrome, de 2,84% para 7,04% no mesmo período de tempo.

Mas a Microsoft conseguiu recuperar a marca de 60%, com 60,32% de participação de mercado em junho, obtido às custas do Firefox, que caiu, em um mês, para 23,81%, de acordo com novos dados da empresa de análise Net Applications. O Chrome e o Safari reportaram pequenos ganhos.

O Internet Explorer já tinha começado a reconquistar usuários nos Estados Unidos em maio, mas agora os ganhos têm ocorrido também no resto do mundo. O aumento do uso das várias versões do IE em junho foi maior na Europa e na Ásia do que nos Estados Unidos.

Campanha de marketing

Enquanto versões mais antigas do Internet Explorer, como o IE6, continuam a perder mercado, em parte por causa de preocupações com segurança, a Microsoft creditou seus ganhos de junho a uma nova campanha de markting chamada "Confiança", que foi planejada para destacar os recursos de segurança do Internet Explorer 8.

O salto no uso do IE deve-se ao IE8, que ganhou globalmente, sozinho, 0,66% de fatia de mercado.
"A fatia do Internet Explorer 8 continua a ser a de crescimento mais rápido, com 0,66% de aumento, mais que três vezes o crescimento do Google Chrome, enquanto a fatia do Firefox diminuiu", disse o representante da Microsoft, Ryan Gavin, em blog.

Ainda será preciso confirmar se essa reversão de curto prazo será uma tendência mais permanente. Gavin destaca que "nós certamente não julgamos nosso negócio com base em apenas dois meses de dados, mas a direção aqui é encorajadora".

Enquanto o último navegador da Microsoft, o IE8, já é amplamente utilizado, a empresa já mostra versões preliminares do Internet Explorer 9, que supostamente terá "desempenho mais rápido e (...) suporte muito mais aprimorado para os padrões da web".

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mozilla solta primeiro beta do Firefox 4



Por Fabiano Candido, de INFO Online

Mozilla liberou o download da primeira versão de testes (pré-beta) do navegador Firefox 4. O browser está há quase dois anos em desenvolvimento.

O software, que ainda não foi lançado oficialmente, tem muitas novidades. A começar pelo design, totalmente diferente do Firefox 3.6. Na nova versão, os engenheiros sumiram com os comandos menus – agora acessíveis pela tecla Alt – e adicionaram um botão laranja (denominado App Button) na parte superior do navegador. Nele, o usuário terá acesso mais rápido a alguns comandos do software, como a parte de configurações, o histórico de navegação, entre outros.

O design do software mostra ícones novos e cantos arredondados, que contribuíram para deixar o visual do navegador bem mais limpo que o do antecessor. Além disso, a nova interface explora os recursos do Windows Aero. O que isto significa? O novo Firefox tem algumas partes semitransparentes que deixam as outras janelas do Windows à mostra. 

A maior novidade da nova interface está nas abas. Na versão 4, elas estão localizadas na parte superior do navegador, logo acima da caixa de endereços do browser. O recurso deve ser a parte mais polêmica da nova versão. Contudo, a nova posição contribui para o software ficar com um estilo bastante minimalista.

Mais rápido

O Firefox 4 Beta também apresenta um novo motor. Preparado para os novos padrões web (leia-se HTML 5), ele resolve uma das principais reclamações dos usuários Firefox 3.6: a lentidão para inicializar. Em testes preliminares (e básicos), o navegador foi bem mais rápido que o antecessor para carregar. Como a Mozilla soltará, certamente, novas versões de teste, a agilidade do software para inicializar deve melhorar ainda mais – ou, nunca se sabe, piorar. O futuro dirá.

O novo motor do software aparentemente é mais ágil para carregar as páginas web – principalmente as pesadas com animações, vídeos ou com serviços online. Segundo a Mozilla, o novo coração do Firefox 4 também gerenciará melhor a memória consumida do sistema operacional e será mais estável que as versões anteriores – tanto na navegação quanto na execução dos add-ons.

O browser Firefox 4 mostra ao mundo uma janela de complementos totalmente nova. Ela – que separa as funções em abas laterais – lembra uma página de internet. Bastante intuitiva, ela é bem mais fácil de acessar e usar. O bacana é que ela integrará uma galeria de plug-ins, ou seja, o usuário não precisará mais visitar um website para encontrar um complemento para o navegador.

Os complementos oferecidos na página de add-nos da Mozilla, na maior parte, não são compatíveis com o Firefox 4. A situação, no entanto, deve mudar nas próximas semanas, já que muitos desenvolvedores devem atualizar os complementos para funcionar na nova versão.

O Firefox 4 Beta só é oferecido, por enquanto, no idioma inglês. Em breve, a Mozilla deve soltar versões em outras línguas, incluindo o português. O software, por ainda estar em estágio de testes, pode apresentar alguns problemas de funcionamento

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Mozilla anuncia correção de nove vulnerabilidades do Firefox

 

Por Agam Shah, IDG News Service

 
A Mozilla anunciou, na última terça-feira (22/6), a correção de nove vulnerabilidades para o Firefox 3.5 e Firefox 3.6.

Seis das nove falhas foram classificadas como "críticas", indicando que hackers poderiam utilizá-las para comprometer um sistema com o uso do navegador, ou, então, infectar a máquina com algum tipo de malware.

Na classificação, duas falhas foram indicadas como "moderadas", enquanto apenas uma foi classificada de "baixo" risco .

Além disso, a empresa destacou que as novas correções de segurança para o Firefox 3.6.4, mantém o navegador em atividade mesmo que plug-ins populares apresentem algum tipo de problema.
"Os resultado de nosso programa de teste beta, para o Firefox 3.6.4, mostra uma redução significativa no número de acidentes por usuários que estão assistindo a vídeos ou jogando online", disse o supervisor das versões do Firefox, Christian Legnitto, em um post do blog do Mozilla .
"Quando um plug-in trava ou congela durante o uso do Firefox, os utilizadores podem desfrutar de navegação ininterrupta, apenas com a atualização da página", disse ele.

Além dos bugs no navegador, a Mozilla também relatou erros nos mecanismos JavaScript. No entanto confirmou que estas falhas não poderiam ser exploradas por hackers. 

Os usuários podem baixar a nova versão do Firefox 3.6.4 ou selecionar "Verificar  Atualizações" no menu Ajuda do navegador.

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Chrome já detém 6,13% do mercado



Por Guilherme Pavarin

O navegador Google Chrome aumentou sua participação pelo décimo mês seguido e encerrou março com 6,13% do mercado, de acordo com a NetApplications.

Para se ter uma idéia do avanço do embrião do Chrome OS, o navegador do Google não passava de 2,18% de presença no mercado em maio de 2009. A partir de então, passou a crescer pouco a pouco e, já no fim do ano, saltava em torno de 0,4 pontos percentuais por mês.

De fevereiro para março, todavia, o pulo foi maior que a média: 0,52 pontos percentuais - de 5,61% para 6,13%.

A aposta dos analistas é que o browser do Google tenha se beneficiado com suas versões para Mac OSX e Linux, lançados no fim do ano passado, e com uma tática mais agressiva da empresa de Mountain View ao promover o Chrome junto a seus produtos.

Por razões óbvias, o progresso do Google Chrome trouxe consequências para os navegadores concorrentes; no mesmo período em que sua popularidade cresceu, a participação do líder Internet Explorer, por exemplo, encolheu de 68,10% para 60,65%.

Ainda assim, a relação entre a queda do IE e a ascensão do Chrome não é tão direta quanto parece. Isso porque Firefox, Safari e Opera também ganharam mercado nos últimos dez meses.
Em março, Firefox deteve 24,52% de participação, Safari 4,65% e Opera 2,37%. No mês de maio do ano passado, os valores eram, respectivamente, 22,75%, 2,70% e 2,06%.

O que a pesquisa sugere é que o uso das versões anteriores do navegador da Microsoft estão diminuindo e nem todas estão sendo renovadas para o IE 8, o mais atual e que, sozinho, corresponde a 18,4% de todo o mercado.

Para os analistas da NetApplications, o Chrome pode chegar a 10% do mercado de navegadores até o fim do ano, sobretudo pela chegada dos netbooks com Chrome OS.

Por outro lado, ainda há a ameaça do Internet Explorer 9, que, de acordo com a Microsoft, será mais rápido e poderoso – e sem compatibilidade com o Windows XP, ao que parece.

A NetApplications monitorou 40 mil sites e 160 milhões de visitantes únicos.






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domingo, 28 de março de 2010

Mozilla confirma ter removido mais de uma vulnerabilidade no Firefox 3.6.2



Por Computerworld

Em um post publicado no blog da Mozilla, a empresa confirma que foram eliminadas um total de 10 falhas no Firefox 3.6.2, apresentado na segunda (22/3) A empresa ainda não revelou que vulnerabilidades serão corrigidas nas versões versões 3.0 e 3.5 do navegador, cujas correções (Firefox 3.0.19 e Firefox 3.5.9) serão publicadas na próxima terça-feira (30/3).

Segundo o post, a Mozilla diz ter acelerado a correção do firefox 3.6 por conta do anúncio, feito por um pesquisar russo, a respeito de uma vulnerabilidade crítica em como o navegador decodifica arquivos em Web Open Font Format (WOOF), padrão de fontes baseado em web. O WOFF só é suportado por esta versão do browser.

Entretanto, quando das vulnerabilidades citadas pela empresa também se aplicam a versões anterior do navegador. Em uma escala com quatro categorias, uma das dez falhas corrigidas foi classificada pela Mozilla com de baixo risco, uma como alta e  as outars duas com críticas. A correção delas foi pubilcada em fevereiro, quando a Mozilla lançou o Firefox 3.0.19 e o Firefox 3.5.8.






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sábado, 20 de março de 2010

Mozilla anuncia: Firefox 3.6 tem bug crítico


 Por Gregg Keizer

A Mozilla confirmou nesta quinta-feira (18/3) a existência de uma vulnerabilidade crítica na mais nova versão do Firefox, e afirmou que consertará a falha no fim de março.

Apesar de a correção não ser adicionada ao Firefox antes do concurso hacker Pwn2Own, previsto para a semana que vem, os pesquisadores não terão permissão para explorar a falha, segundo os organizadores do concurso.

"A vulnerabilidade foi definida como crítica e poderia resultar na execução de código remoto por um invasor", reconheceu a Fundação Mozilla em nota publicada em seu blog de segurança na quinta-feira. "A vulnerabilidade já foi solucionada pelos desenvolvedores. Estamos atualmente aplicando testes de certificação de qualidade à correção."

O Firefox 3.6, lançado pela Mozilla em janeiro, é afetado pela falha, e a correção virá na versão 3.6.2, que tem data de lançamento prevista para 30 de março.





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