quinta-feira, 15 de abril de 2010

Comércio eletrônico movimenta 210 bilhões de reais em 2009 no Brasil


Por Rodrigo Afonso, da Computerworld


As transações comerciais que passaram por meio eletrônico em 2009 geraram um total de 210 bilhões de reais em negócios em 2009, somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, e negócio a consumidor (B2C), de 60 bilhões de reais. O número foi 9% superior ao registrado em 2008 (193 bilhões de reais).

A informação vem da 12ª edição da Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileira, que avalia como comércio eletrônico toda transação realizada por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, em uma infraestrutura pública, mesmo que parcialmente realizado por meio eletrônico.

O estudo aponta ainda que 63,21% de todas as transações B2B foram feitas via comércio eletrônico, ante 58,32% em 2008, variação de 8%. No segmento B2C, o percentual ficou em 29,32%, ante 25,12% em 2008, crescendo 19%.

De acordo com o estudo, 93% das companhias ouvidas apontaram que relacionamento com o cliente é o que mais se faz via internet em se tratando de processos eletrônicos de negócios. Em segundo lugar, aparecem negócios na cadeia de suprimentos, com 71%. O estudo ouviu 437 empresas brasileiras.




CONECTE!!!

Mais de 90% dos "vírus" no Brasil roubam dados bancários


Por Daniel dos Santos, Macworld Brasil


Elas estão de olho no seu dinheiro. A maioria esmagadora das pragas virtuais que circula na Internet no Brasil tem como alvo capturar informações relacionadas a contas de banco e cartões de crédito.  A informação é do especialista em segurança russo Eugene Kaspersky, fundador da empresa de softwares que leva seu sobre nome, em visita o Brasil para contatos comerciais.

Os chamados cavalos de troia bancários são programas desenvolvidos por criminosos locais e que costumam ser personalizados por seus criadores, com versões para capturar dados de clientes de determinados bancos, como Bradesco e Itaú. Essas ameaças se disseminam, em geral por downloads de arquivos nocivos, que chegam ao usuário camuflados em softwares legítimos.

Segundo Kasperky, é impossível parar o crime online com arquitetura atual e sem colaboração ampla. “Combater os criminosos da Internet exige tempo e colaboração entre os vários países envolvidos, pois os ataques não têm fronteiras”, explica.

O executivo afirma que a próxima batalha pela proteção de sistemas terá como palco os dispositivos que a empresa chama de DMDs (Digital Mobile Devices) equipamentos semelhantes aos smartphones, com maior capacidade de armazenamento, conectados à Internet e que devem substituir os desktops. “Entre cinco e dez anos não teremos mais computadores. Eles serão substituídos pelos DMDs”, afirma.

O especialista em segurança afirma que o acesso à Internet com esses equipamentos será intensificado e que os criminosos vão seguir essa tendência.  Mesmo assim, Kaspersky afirma que essa nova geração de equipamentos será mais segura, com algumas providências. “Todo o equipamento deve ter um usuário registrado e todo o usuário deve contar com recursos como um PIN (personal identification number) ou impressão digital”, cita ele, entre outros pontos.



CONECTE!!!
Reblog this post [with Zemanta]

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Banda larga vai chegar a todas as cidades da região Norte até o fim de 2010



Por Redação IDG Now

A região Norte terá banda larga em todos os municípios até o fim de 2010, disse nesta quarta-feira (14/4) o gerente de projetos da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Jovino Francisco Filho.

Segundo Francisco Filho, que participou nesta quarta de audiência pública da Cãmara dos Deputados, as metas estão sendo cumpridas, porém os impostos da região encarecem a instalação e inviabilizam a contratação do serviço pela população.

"O alto custo da região Norte é consequência da falta de infraestrutura de backbone óptico", disse O gerente, que foi um dos representantes ouvidos pela Comissão da Amazônia em audiência que discutiu os serviços de internet e de telefonia fixa e móvel nos Estados do Amazonas e do Pará.

Também presente na audiência, o representante da Associação Nacional das Operadoras de Celulares (Acel), Luiz de Melo Junior, até 2016 60% das cidades brasileiras com menos de 30 mil habitantes terão acesso à banda larga.

(com Agência Câmara)
 
 
 
 
 
 
 
 
CONECTE!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Conexão sem fio à internet de 21 Mbps por 44 reais? Na Áustria tem

Por Mikael Ricknäs,da DG News Service/Estocolmo

Operadoras tem oferecido pelo mundo serviços de banda larga móvel de até 21 Mbps via tecnologia HSPA, mas com preços que variam dramaticamente, de 75 dólares mensais na Austrália a apenas 25 dólares na Áustria.

O pacote de serviços também varia. A quantidade de dados incluídos na mensalidade de HSPA varia de 5 GB a 20 GB, e pelo menos um provedor – o StarHub, de Cingapura - permite aos usuários navegar à vontade.

Operadoras como a Telstra da Austrália cobram mais por causa de questões ligadas à competição, explica o diretor de pesquisas do Gartner, Nick Ingelbrecht. A Telstra cobra mais por que tem a mais cobertura, bom backhaul, recursos de marketing e diversas oportunidades de venda cruzada, diz.

Do outro lado do espectro de preços está a austríaca Mobilkom, que cobra 25 dólares (44 reais) por mês por 19 GB. O preço baixo resulta de uma guerra comercial no mercado móvel da Áustria, segundo porta-voz da operadora.

Geografia também pode explicar as diferenças de preço. Oferecer cobertura em um país pequeno é muito mais barato que montar uma rede nacional em países como a Austrália, que é 90 vezes maior que a Áustria.

Concorrência com ADSL 

Mas competição nem sempre é sobre disputa de preços por diversas operadoras. A oferta barata de conexão ADSL também pode influenciar bastante, lembra Peder Ramel, CEO da 3 Scandinavia, que na Suécia cobra 35 dólares mensais por um serviço de 21 Mbps.

“Foi apenas quando baixamos nossos preços para nos equipararmos ao ADSL que as vendas de banda larga móvel decolaram”, disse Ramel.

Isso poderia explicar a diferença de preços entre Europa, EUA e Canadá. Nesse último, assinantes da T-Mobile e da Rogers Communications pagam entre 50 e 65 dólares por mês. O custo médio do megabit por segundo durante o último trimestre de 2009 foi de cerca de 5 dólares na Europa Ocidental, enquanto nos EUA e no Canadá foi mais que o dobro, de acordo com dados da empresa de pesquisa de mercados Point Topic.

Loop local

Em muitos países europeus, os reguladores aplicaram regras para aumentar a competição no loop local, o link que conecta assinantes à operadora de rede, explica Oliver Johnson, CEO da Point Topic.
Nos EUA, o loop local não foi aberto na mesma extensão. Como consequência, os usuários de banda larga dos EUA, móveis e fixos, pagam o preço com taxas mensais mais caras.

A Ásia tem o preço mais barato por megabit, tanto em fibra como em DSL, de acordo com a Point Topic. Curiosamente, essa vantagem não aparece nas conexões HSPA. A StarHub e a CSL de Hong Kong cobram cerca de 60 dólares por mês.

Até agora cerca de 40 redes HSPA, com velocidades de até 21 Mbps, foram lançadas pelas operadoras, segundo dados recentes da Global Mobile Suppliers Association.

CONECTE!!!