quarta-feira, 3 de março de 2010

Hackers na China roubaram código fonte, diz empresa de segurança

Por Jim Finkle

Os hackers responsáveis pelos ataques ao Google e diversas outras companhias na China roubaram valiosos códigos fonte ao entrarem nos computadores pessoais de funcionários com acesso privilegiado, afirmou uma empresa de segurança nesta quarta-feira.

O alvo dos hackers foi um pequeno grupo de funcionários que controlava os sistemas de gerenciamento do código fonte, que operam as diversas mudanças feitas por desenvolvedores de software, disse o vice-presidente de tecnologia da fabricante de softwares antivírus McAfee, George Kurtz.

As informações divulgadas pela McAfee mostram como a violação de apenas um PC em uma grande empresa pode ter repercussões em toda a companhia.


O Google afirmou em janeiro que detectou um ataque contra sua infraestrutura originado na China que resultou no roubo de propriedade intelectual da empresa. O Google disse que mais de 20 outras companhias foram infiltradas, e citou o ataque, bem como as práticas de censura à Internet do país, como razões para considerar sua retirada da nação asiática.


Já o governo chinês afirma que a alegação do Google de que teria sido atacado por hackers chineses "não tem fundamento".


Kurtz disse nesta quarta-feira que acredita que os hackers, que ainda não foram presos, conseguiram driblar as defesas de pelo menos 30 companhias, talvez até 100.

Ele afirmou que o detalhe em comum em muitos dos casos estudados pela McAfee é de os hackers usaram um software de gerenciamento de códigos fonte da Perforce Software, que tem entre seus clientes o Google e muitas outras grandes empresas.



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II Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento



Por Breno de Paula 

Pessoal, nos dias 10, 11 e 12 de março acontecerá em Recife o II Encontro Livre – Disseminando Cultura e Conhecimento, um evento que tem como proposta estabelecer um diálogo entre a Cultura Livre e os demais assuntos que permeiam sua construção, tais como: Tecnologia, Software Livre, Meio Ambiente, Propriedade Intelectual, Igualdade de Gênero, Comunicação Livre e Arte.

O encontro será na Livraria Cultura no Paço Alfândega, as inscrições vão até o dia 14 de Fevereiro. É importante salientar O EVENTO É GRATUITO.

Vale a pena conferir!!!Nos encontramos lá.

 Abraço a todos.

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http://encontrolivre.org/2010/



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Skype cria versão para Symbian e ingressa em celulares Nokia

Por Tarmo Virki

A companhia de telefonia pela Internet Skyper desenvolveu uma versão de seu software para o sistema operacional Symbian, abrindo caminho entre mais de 200 milhões de celulares inteligentes da Nokia ao redor do mundo.
O programa está disponível para download na loja online da Nokia Ovi.
Antes de ser compatível com celulares da Nokia, a Skype fechou acordo em meados de fevereiro com a operadora norte-americana Verizon Wireless.

O serviço da Skype, lançado em 2003, tornou-se um fenômeno da Internet e possui atualmente 520 milhões de usuários registrados ao redor do mundo.
Mas até agora o serviço conseguiu pouco progresso na telefonia móvel, já que muitas empresas consideram a oferta como um risco a seus negócios principais com telefonia de voz.

A Nokia informou que está registrando downloads de cerca de 1,5 milhão de aplicativos por dia na Ovi Store, ante 1 milhão três meses atrás.

 

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Apple é acusada de usar trabalho infantil

Getty images

Felipe Zmoginski, de INFO Online

A Apple está sendo acusada por organizações que monitoram a exploração de trabalho infantil no mundo de explorar jovens com menos de 16 anos em pelo menos três fábricas que mantém na Ásia.

As primeiras denúncias foram feitas pela China Labor Watch (CLW), uma organização com sede em Nova York que monitora o respeito aos direitos humanos na China.

De acordo com a CLW, ao menos 62 trabalhadores adultos de uma integradora chinesa que fornece produtos para a Apple e Nokia foram flagrados trabalhando em condições desumanas e em ambiente rico em N-hexano, uma substância tóxica capaz, entre outras coisas, de causas degeneração muscular nos operários.
Agora, a Apple é acusada de explorar o trabalho de ao menos 11 jovens com idade de até 15 anos que trabalham em três diferentes fábricas na Ásia.

De acordo com o jornal inglês Daily Telegraph, a Apple já admitiu a ocorrência de trabalho infantil e pediu um relatório detalhado ao seu fornecedor para identificar como isto ocorrer.
Segundo o jornal inglês, executivos da Apple manifestaram indignação com a notícia e asseguraram que todos seus fornecedores devem cumprir regras restritas de contratação de mão de obra. A companhia não revelou em que país ou países foram registrados os episódios de exploração.

Na Ásia, a companhia mantém fábricas em Taiwan, China, Cingapura, Filipinas, Malásia e Tailândia, além de plantas na Europa (República Checa) e nos Estados Unidos.
Esta não é a primeira vez que a Apple é envolvida em acusações que envolvem a superexploração de trabalhadores na Ásia.

Há dois anos, a companhia foi denunciada por contratar integradores que mantinham operários trabalhando mais de 70 horas por semana. Na China, a jornada de trabalho legal é de 60 horas por semana.





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