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segunda-feira, 14 de março de 2011

Trabalhadores de TI do Estado de SP entram em estado de greve


 Da Redação do IDG Now

Os trabalhadores de TI do Estado de São Paulo poderão entrar em greve a partir de sábado caso não haja acordo entre o sindicato da categoria, o Sindpd, e o sindicato patronal.
Em assembleia realizada no sábado (12/3) na sede do Sindpd, na região central de São Paulo, cerca de mil trabalhadores votaram pela declaração de estado de greve. Vídeos da reunião foram publicados no site da entidade.
De acordo com a legislação, o sindicato deverá publicar a decisão em jornal de grande circulação e, após 72 horas, os trabalhadores podem iniciar as paralisações. Segundo a assessoria do sindicato, a publicação deverá ocorrer na quarta-feira (16/3).
A principal reivindicação do Sindpd é um aumento salarial linear de 11,9% - os patrões oferecem 6,47%.

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sábado, 12 de junho de 2010

Oito cidades da Copa terão internet a R$ 35 já em 2010, diz Telebrás


Do G1 

Oito das 12 capitais que serão sede dos jogos da Copa 2014 no Brasil terão banda larga a R$ 35 ainda este ano: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Natal e Salvador. A informação foi confirmada ao G1 na tarde desta sexta-feira (11) pela assessoria de imprensa da Telebrás – órgão reativado pelo governo federal para ser o responsável por implementar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

De acordo com o plano de gestão da Telebrás, além das cidades-sede do Mundial de 2014, serão interligadas ao sistema mais oito capitais – Palmas, Aracaju, Goiânia, Maceió, São Luís, Teresina, Vitória e João Pessoa – e outras 100 cidades do Nordeste e Sudeste do país.

“A meta para esse ano é implantar o núcleo principal da rede, chamado de backbone, em 16 capitais e interligá-lo com mais 100 cidades, além de ligar 96 pontos corporativos do Governo Federal nas capitais. Até 2014, chegaremos a 4.278 municípios”, afirmou o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, ao blog da 9ª Oficina para Inclusão Digital, evento que será realizado entre os dias 22 e 24, em Brasília.
“O governo vai vender banda larga no atacado para quem quiser oferecer o serviço. Vamos fazer um contrato com fornecedores interessados em disponibilizar o sinal de alta velocidade para o usuário final ao preço de R$ 35. Nos locais onde não houver cobertura suficiente, preço suficiente ou velocidade suficiente, o governo vai fornecer diretamente”, explicou Santanna.

O presidente da Telebrás é um dos convidados da 9ª Oficina para Inclusão Digital, que terá o PNBL como tema de uma plenária e será transmitida ao vivo pela internet. O evento reunirá monitores de telecentros, representantes de instituições de apoio à inclusão digital, gestores de projetos governamentais e privados, membros de conselhos gestores, além de profissionais, estudantes e pesquisadores da área. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site oficial do evento.

Com investimento total é estimado em R$ 13,5 bilhões, o PNBL tem o objetivo de expandir de 11,9 milhões para cerca de 40 milhões o número de domicílios com conexão à internet rápida até 2014 a um preço máximo de R$ 35.

A ideia é possibilitar que os mais de 1,7 mil provedores atuantes hoje no país tenham condições de participar do processo de expansão da banda larga, atualmente dominado por três grandes operadoras – Grupo Embratel Net, Telefônica e Oi, que detém 86% da conexão do Brasil.
“A banda larga é cara, só existe nos grandes centros, é mais barata nos grandes centros e regiões mais ricas e, em geral, está em regiões com concentração populacional. As pesquisas mostram que as regiões mais pobres estão excluídas desse processo. Essa infra-estrutura tem de baixar de preço para que o país possa multiplicar os acessos, expandir as possibilidades de negócios e de projetos nas áreas de educação, saúde e segurança”, afirmou Santanna.







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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Fãs de games lamentam fechamento da primeira lan house do Brasil



Por Mirella Nascimento, do G1

Primeiro estabelecimento a usar o nome de lan house no Brasil, a loja Monkey Paulista, em São Paulo (SP), encerra suas atividades nesta quinta-feira (1º). No final da tarde, quando os últimos funcionários deixarem o local, encerra-se a trajetória de 12 anos de um espaço que fez história entre os gamers brasileiros.

O estabelecimento na Alameda Santos, inaugurado em 1998, foi projeto piloto de da franquia Monkey LAn4Fun, que chegou a ter 60 lojas em todo o país. O conceito de um local exclusivo para jogos, com computadores ligados em rede, foi trazido da Coreia do Sul naquele ano e ganhou força com uma geração que se acostumou a jogar interagindo com o adversário lado a lado.

Último dia sem jogos

Doze anos depois de importar o conceito das lan houses da Coreia do Sul, a diretoria da Monkey não quis comentar os motivos para o fechamento da primeira unidade da rede no Brasil – a última que ainda estava em atividade.

Em seu site, a loja publicou uma relação dos móveis e equipamentos eletrônicos que estavam no local, todos à venda. Na mesma página, a empresa afirma que seguirá com as atividades de eventos e consultoria.

Apesar de ser o último dia de funcionamento da Monkey, não haverá ninguém jogando nesta quinta-feira. Os computadores com configuração para jogos foram os primeiros a serem vendidos. Na tarde desta quarta-feira, restavam apenas dois deles em uma das salas que eram reservadas para os jogos, no primeiro andar. 

No térreo, menos de 20 computadores com acesso a internet ainda estavam à disposição para quem quisesse ler e enviar e-mails, acessar redes sociais ou outros sites. Na manhã desta quinta, esses equipamentos também serão desligados para o fechamento da loja.







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domingo, 28 de março de 2010

Rio e SP apagam as luzes na Hora do Planeta




Por Felipe Zmongisk

As duas maiores cidades do país e outros 71 municípios brasileiros aderiram à campanha global “Hora do Planeta” adotando um “apagão” voluntário em vários pontos públicos.

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês)  que, este ano, conseguiu a adesão de cidades em 117 países. A ideia de apagar as luzes por uma hora (das 20h30 às 21h30 no horário de Brasília) visa fomentar o debate em torno da necessidade de preservar o planeta, poupar energia e produzir eletricidade de forma limpa.

Na cidade do Rio de Janeiro, as praias de Ipanema e Copacabana tiveram a iluminação pública cortada por uma hora. O Cristo Redentor, principal cartão postal da cidade, ficou sem iluminação no período.

Em São Paulo, símbolos da cidade como o estádio do Pacaembu e o Parque do Ibirapuera ficaram as escuras. Em Brasília, o Congresso Nacional teve a energia cortada. Ao todo, 19 das 27 capitais brasileiras registraram algum tipo de ação pública em respeito à “Hora do Planeta”.
Em Manaus, o Teatro Municipal ficou sem energia. Em Belém, o monumento a ficar sem eletricidade foi o mercado Ver-o-Peso. Além das iniciativas públicas empresas privadas como Vivo, Telefônica e Pão de Açúcar desligaram as luzes de seus edifícios e lojas.

De acordo com a WWF, cerca de um bilhão de pessoas no mundo participaram da ação ecológica. Cartões postais como as pirâmides do Egito, o Mosteiro dos Jerônimos, em Portugal, e a Torre Eiffel, em Paris, ficaram às escuras por uma hora.

Em Roma, o Coliseu e a Basílica de São Pedro ficaram sem luz.







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sábado, 20 de fevereiro de 2010

GVT vai começar a operar em Fortaleza


Os moradores de Fortaleza podem começar a comemorar. A operadora de banda larga GVT vai iniciar suas operações na cidade em breve, embora ainda não tenha divulgado a data exata de quando seus serviços poderão ser assinados. De acordo com informações levantadas pelo Diário do Nordeste, a GVT pretende entrar no mercado fortalezense com preços agressivos, promovendo a concorrência.

A GVT tem autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar em todo o Estado do Ceará, mas por enquanto sua atuação será restrita apenas à capital. Técnicos da empresa já estão instalando os cabos para distribuição de banda larga. Os bairros Aldeota, Benfica, Damas, Dionísio Torres e Parquelândia estão entre os que serão atendidos em breve pela empresa.

Não custa lembrar que a GVT recentemente ganhou injeção de capital com a compra de metade de suas ações pela Vivendi, gigante de mídia francesa. Além disso, a operadora tem sido agressiva na oferta de banda larga de alta velocidade, como no caso do GVT Power, que oferece conexão de 10 Mbps por apenas R$ 70 em algumas cidades (sem o valor da assinatura de telefone incluso). Entretanto, os consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro continuam de fora da área de atuação da GVT; a telecom atende apenas a grandes corporações nos dois Estados.

Fonte: Technoblog

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