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quarta-feira, 23 de março de 2011

Rede profissional LinkedIn atinge 3 milhões de usuários no Brasil



Da Reuters
Por Euan Rocha em Toronto e Arup Roychoudhury em Bangalore

O aguardado tablet BlackBerry Playbook, da Research In Motion, começará a ser vendido nos Estados Unidos e no Canadá a partir de 19 de abril, com preço base de 499 dólares.

A RIM anunciou nesta terça-feira que planeja vender o aparelho em cadeias de varejo e por meio de operadoras de telefonia móvel, entre as quais, Best Buy, AT&T, Verizon, Radioshack, Sears Canada e Wal-Mart.

Em comunicado, a empresa não definia data para o lançamento, mas a Best Buy, em comunicado próprio, informou que já estava aceitando encomendas do Playbook e que começaria a entregá-lo em 19 de abril.

O PlayBook, com acesso à Internet sem fio, vai concorrer com o iPad, da Apple, e terá versões com 16, 32 e 64 gigabytes de memória, vendidas a 499, 599 e 699 dólares, respectivamente.

A RIM anunciou em 2010 seus planos de lançar o equipamento, dotado de tela de sete polegadas. Utilizando o Playbook será possível transferir vídeo de alta definição a uma tela de TV via cabo HDMI, além do usuário poder utilizar outros aplicativos ao mesmo tempo.



 
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quinta-feira, 17 de março de 2011

Usuários devem desativar JavaScript do BlackBerry, afirma RIM



Por Brad Reed da Network/US

A Research In Motion (RIM) – fabricante do BlackBerry - recomenda que os usuários de seus smartphones desabilitem o JavaScript dos dispositivos, pois, como provado no desafio hacker Pwn2Own, eles podem ser invadidos a partir dessa linguagem.

Segundo a própria empresa, a vulnerabilidade permite que crackers roubem dados presentes no aparelho. Para isto, basta o usuário usar o browser do sistema para acessar uma página contaminada. Só os dispositivos com BlackBerry OS 6 instalado possuem a falha, já que ela está no Webkit do browser da plataforma. Portanto, aqueles que têm uma versão anterior do SO não estão ameaçados.

Só informações presentes em drives externos – como cartões de memória – podem ser roubadas. Arquivos armazenados na memória do próprio celular não poderão ser acessados, como aqueles presentes nos aplicativos de e-mail, agenda e contatos. Por enquanto, não se teve notícia de nenhum cracker explorando a vulnerabilidade.

A RIM já encaminhou instruções aos departamentos de TI das empresas sobre como desabilitar o JavaScript dos smartphones, como o Torch 9800, o Bold 9700 e Curve 9300. Se, mesmo assim, não der certo, a fabricante do BlackBerry sugere que o navegador não seja usado até que uma correção seja desenvolvida.

Embora a Research In Motion tenha feito seu nome devido à segurança que oferece aos usuários corporativos de suas soluções, ela tem sido forçada a alterar sua estratégia devido ao sucesso do iPhone, da Apple, e do sistema operacional Android, da Google. Assim, passou a aceitar mais aplicativos de terceiros e aplicações open-source, como o WebKit. Comenta-se inclusive que o PlayBook - seu tablet a ser lançado nos próximos meses – rodará programas desenvolvidos para Android.


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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mais 'social', BlackBerry Torch chega para brigar por consumidor comum



Do G1

A fabricante canadense Research in Motion apresentou nesta terça-feira (3) o novo telefone celular BlackBerry Torch. O modelo, compatível com redes 3G, é uma tentativa da companhia de expandir para o mercado de produtos de consumo o mesmo sucesso obtido na área corporativa. Para isso, o novo modelo traz melhor conexão a redes sociais como Twitter e Facebook, além de uma interface renovada, com operação em tela sensível ao toque.

Além do Torch, a companhia lançou o novo sistema operacional BlackBerry 6, com visual renovado e acesso simplificado às principais funções do aparelho. O objetivo da troca é, de certa forma, aproximar o BlackBerry do principal rival no mercado de consumo: o iPhone, da Apple, que tem em sua facilidade de uso uma de suas características mais elogiadas pelo consumidor.

O novo Torch, que será vendido nos Estados Unidos pela operadora AT&T - a mesma que, no país,  tem a exclusividade do iPhone - por US$ 200, oferece além da tela sensível ao toque um pequeno teclado, que desliza sob a parte inferior do telefone. O formato lembra o Palm Pre, outro aparelho criado, sem sucesso, para concorrer diretamente com o iPhone.

O teclado físico acompanha uma das principais características da linha BlackBerry, que é a facilidade no acesso a contas de e-mail. Assim como o sistema de criptografia de mensagens (envolvido em uma polêmica por conta de protestos de governos de países árabes), esse foi um dos trunfos da RIM para conquistar a preferência do mercado corporativo.

O Torch tem ainda tela de 3,2 polegadas com resolução de 360x480, memória total de 8 GB (4GB no aparelho mais 4GB com cartão de memória microSD incluído) expansível até 36 GB (4GB mais um cartão de 32 GB, vendido à parte), câmera de 5 MP com flash, GPS, Wi-Fi com padrão N (mais rápido), Bluetooth, discagem ativada por voz e sincronização sem fio.

A bateria removível, segundo a fabricante, suporta quase 6h de conversação telefônica em redes 3G, 30h de reprodução de música ou 6h de reprodução de vídeo.






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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Blackberry sofre censura em países árabes



Da Reuters

Mais de um milhão de usuário de BlackBerry podem ter serviços essenciais cortados na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos, depois que as autoridades aumentaram as exigências ao fabricante do smartphone em relação ao acesso às mensagens codificadas enviadas pelo aparelho.

O aplicativo Messenger do BlackBerry se espalhou rapidamente na região do Golfo Árabe, mas como os dados são codificados e enviados para servidores offshore, não podem ser monitorados localmente.

"Alguns serviços do BlackBerry permitem que os usuários ajam sem nenhum controle legal, causando preocupações judiciais, sociais e de segurança nacional," declarou a Autoridade Reguladora das Telecomunicações (TRA) dos Emirados Árabes, em um comunicado.

A UAE (Emirados Árabes) disse que pretende suspender o BlackBerry Messenger, os serviços de email e de navegação na internet, a partir de 11 de outubro, até que seja encontrada uma solução, enquanto fontes da industria disseram que a Arábia Saudita ordenou que as companhias locais de telecomunicações parem o Messenger neste mês.

Os eventos de domingo coroam a disputa com os reguladores sobre o assunto, que começou a ser discutido em 2007.

A Índia também mostrou a mesma preocupação na semana passada e o Bahrain se mostrou contrário à utilização do BlackBerry Messenger para a distribuição de notícias locais, em abril. Desde 2007 a França alertou suas autoridades quanto à utilização dos serviços.

As autoridades de segurança da Índia têm medo que a comunicação codificada do BlackBerry seja usada para coordenar ataques contra o país. Desde os ataques de 2008 em Mumbai, que mataram 166 pessoas, a Índia apertou o cerco contra as operadoras de telefonia móvel.

Usuários do dispositivo disseram que isso pode significar problemas para empresas e particulares que dependem do serviço. Cerca de 700,000 na Arábia Saudita e em torno de 500,000 na UAE.





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domingo, 1 de agosto de 2010

RIM prepara lançamento de BlackBerry touchscreen




Da Reuters

A Research In Motion não é famosa pelo seu talento dramático. Como seu carro-chefe, BlackBerry, famoso por ser seguro para e-mails, a fabricante de smartphones canadense parece dar preferência a funcionalidade que a aparência.

Mas a RIM pode quebrar essa tradição na próxima terça-feira (3), quando planeja finalmente lançar um concorrente à altura do popular iPhone em raro “evento midiático” em Nova York.

A empresa não explica por que convidou jornalistas e analistas ao evento, que parece ser uma tentativa de copiar o frenesi que Steve Jobs cria em eventos de lançamento da Apple.
“Acho que estão tentando criar um drama”, disse Michael Gartenberg, sócio do grupo de estudos Altimeter. “Quando você cria expectativa desse jeito, você precisa apresentar algo à altura”.

Em outra atitude audaciosa, a RIM parece estar preparada para declarar guerra à Apple, uma vez que pretende dar à operadora AT&T, única a vender o iPhone nos Estados Unidos, exclusividade também sobre seu novo BlackBerry no país.

De fato, o convite para o evento da RIM conta com a presença do logo da AT&T em destaque. A empresa não quis comentar.

O fato, no entanto, representaria uma mudança significativa na tática da fabricante canadense, uma vez que o lançamento de seu primeiro smartphone com tela touchscreen, Storm, foi em parceria com a concorrente da AT&T e maior operadora dos EUA, Verizon Wireless, dois anos atrás.

A RIM está apostando neste novo lançamento para reconquistar a época áurea do BlackBerry e manter seu domínio no mercado de smartphones norte-americano.

O aparelho, segundo blogueiros e analistas, conta com tela touchscreen e teclado separado, além de um novo sistema operacional, navegador de uso fácil e outros recursos populares entre usuários que versões antigas do BlackBerry não têm.





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quinta-feira, 29 de julho de 2010

RIM deverá fornecer detalhes do novo BlackBerry na próxima semana

Por Tony Bradley PC World/EUA

Espera-se que a Research In Motion (RIM) anuncie detalhes do novo BlackBerry 9800 na próxima semana. 

O smartphone não será, provavelmente, capaz de arrasar com o iPhone ou o Android, mas, desde que conquiste seu próprio espaço e renove a linha de dispositivos da empresa, já poderá ser considerado um vencedor.

Especula-se que ele será vendido com exclusividade, nos Estados Unidos, pela AT&T – tal qual o celular da Apple. O principal benefício à operadora e aos seus clientes é o aumento de opções de smartphones de alto desempenho disponíveis, que, atualmente, se limita ao próprio iPhone 4 e ao Samsung Captiva, baseado na plataforma Android, da Google.

Isso significa que a AT&T não precisaria mais colocar todos os seus esforços na promoção do dispositivo da Apple - o que, aliás, é um fato que chega em um momento propício. Afinal, existem aqueles que resolveram simplesmente devolver o celular a Steve Jobs em vez de aceitar um case que, supostamente, resolveria todos os problemas do aparelho.

Tanto o iPhone quanto os smartphones com Android vêm ganhando participação no mercado em uma velocidade considerável. A Microsoft, por sua vez, continua a perder espaço - enquanto o seu tão divulgado Windows Phone 7 não chega às prateleiras – e a RIM se mantém estática devido à sua linha de produtos já defasada. 

Ela, no entanto, acredita que poderá injetar um novo ânimo à sua marca, dando aos profissionais motivos para permanecerem leais aos BlackBerries, já arduamente testados no ambiente corporativo.

Fiel às origens
Para a RIM, o mais importante para o BlackBerry 9800 não é que ele seja superior em recursos em relação a seus concorrentes; ela não se importa em deixar a busca desenfreada por inovação nas mãos de seus rivais, como a Apple e a Google. O primordial, em sua visão, é se manter fiel a à sua origem, ou seja, simplicidade e estabilidade.

Os usuários finais podem até admirar todos os penduricalhos presentes no Droid X ou no EVO 4G, mas, para os administradores de TI, o principal ainda é a confiança que se tem na marca, a convicção de que ela não o deixará na mão. 

A linha BlackBerry, portanto, não precisa brilhar no escuro ou reluzir sob a luz, mas só estar próxima das capacidades de um iPhone para apaziguar os clientes, ao mesmo tempo que satisfaz os responsáveis pela tecnologia das empresas ao oferecer a produtividade e o poder de gerenciamento que eles esperam.

Porto seguro

Há tantas companhias que já investiram em dispositivos da RIM e construíram sua infraestrutura móvel pensando exclusivamente no Servidor Corporativo da BlackBerry (BES, na sigla em inglês), que de, qualquer forma, a empresa de smartphones continua a ter seu porto seguro. A troca de plataforma para grandes corporações exige alto dispêndio de tempo e dinheiro, além do esforço de ensinar aos seus funcionários como o novo sistema funcionaria.

Na medida que o BlackBerry 9800 deverá ter muitos recursos parecidos com os já existentes em outros celulares de alto desempenho, seus usuários deverão deixar a inveja que tem dos possuidores de iPhones de lado, e voltar a abraçar a estabilidade e a segurança dos dispositivos da RIM. 

Isso deixará tanto os clientes quanto os administradores de TI felizes e, quando estes estão contentes, a RIM e seus acionistas também não deixam de estar.




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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Empresas rebatem dados de Jobs sobre falhas de sinal em celulares

Na apresentação à imprensa em que admitiu falha na antena do iPhone 4, o CEO da Apple, Steve Jobs, afirmou que celulares de outras companhias teriam o mesmo problema. Em vídeo exibido durante o evento, Jobs mostrou como smartphones como o BlackBerry Bold 9700, HTC Droid Eris e Samsung Omnia II apresentariam falhas na barra que identifica a intensidade do sinal do celular.

Pelo menos duas empresas citadas rebateram oficialmente as declarações de Jobs.  A RIM, fabricante do BlackBerry, disse ser "inaceitável a tentativa da Apple em aproximar seu próprio fracasso" à empresa classificou as declarações do CEO como "tentativas deliberadas de alterar o entendimento do público de um problema no design da antena do iPhone 4".

"Durante toda esta história de sucesso a RIM sempre evitou projetos como o iPhone 4 da Apple, em vez disso sempre utilizou projetos inovadores que reduzem o risco de chamadas perdidas, especialmente em áreas de pouca cobertura do sinal. Uma coisa é certa, os clientes da RIM não precisam utilizar capas protetoras em seus smartphones BlackBerry para manter um nível de sinal e conectividade apropriados. 
Certamente que a Apple fez algumas decisões de design e por este motivo deve assumir as responsabilidades por estas decisões ao invés de tentar aproximar a RIM e outras empresas do ramo a um problema que diz respeito somente a Apple“, escreveram os executivos Mike Lazaridis e Jim Balsillie.

A Nokia também divulgou um comunicado oficial, no qual afirma que design de antena é um assunto complexo e que tem sido uma "competência prioritária" na companhia por décadas.
"Em geral, desempenho da antena num dispositivo móvel pode ser afetado por uma pegada apertada, dependendo de como ele é segurado. É por isso que a Nokia desenha seus celulares visando a garantir desempenho aceitável em situações reais, por exemplo quando um aparelho é segurado com qualquer uma das mãos. A Nokia investiu milhares de horas/homem estudando como as pessoas seguram seus celulares e permitir isso nos projetos, por exemplo, colocando antenas no topo e na parte inferior do telefone, selecionando cuidadosamente os materiais e seu uso no design da mecânica”, diz a nota.

Em entrevista ao jornal "Korea Herald", o porta-voz da Samsung Shin Young-joon afirmou que a antena do Omnia II está localizada na base do aparelho, enquanto a do iPhone 4 fica na lateral inferior. "Nosso design mantém uma distância entre mão e antena. Conduzimos testes de campo completos antes de lançar nossos smartphones. Problemas de recepção não apareceram até agora e não há espaço para tais problemas ocorrerem no futuro", afirmou.

Ao site "Pocket Lint", o gerente global de RP e comunidades on-line da HTC, Eric Lin, foi direto: "Aproximadamente 0,016% de nossos clientes [relataram problemas com o aparelho da companhia citado pela Apple]. Tivemos muito poucas queixas acerca de problemas de sinal ou antena com o Eris".








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quarta-feira, 7 de abril de 2010

RIM lança novas ferramentas de desenvolvimento para BlackBerry



Da Reuters

A Research in Motion lançou ferramentas atualizadas nesta terça-feira para tornar mais fácil e rápido a produção de aplicativos compatíveis com os celulares BlackBerry da empresa.

As ferramentas Java e baseadas na Web abrem acesso a recursos de hardware do celular, aplicações nativas de software do BlackBerry e outras funções únicas da plataforma, afirmou a empresa.
"Acreditamos que essas ferramentas vão incentivar um novo nível de criatividade e inovação", afirmou o vice-presidente senior da plataforma BlackBerry da RIM, Alan Brenner.

A companhia lançou sua loja online de aplicativos em abril passado, seguindo o sucesso alcançado pelo sucesso obtido pela Apple.

Apple, RIM e Google têm tentado atrair desenvolvedores de software para suas plataformas uma vez que os aplicativos se tornaram um fator determinante na decisão de compra dos consumidores de celulares inteligentes.





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