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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Redes 4G começam a ganhar espaço no mercado, diz relatório



Por Mikael Ricknäs, IDG News Service

Na batalha pela conectividade 4G, mais operadoras móveis estão apostando na mesma tecnologia de rede da próxima geração para oferecer conexões mais rápidas aos seus usuários, segundo um relatório da Global Mobile Suppliers Association (GSA).

Já existem 80 redes Long Term Evolution (LTE) distribuídas em 33 países, aumento de 16 redes desde o dia 7 de abril. Há também outras 30 redes em estágio de planejamento.

Cerca de 22 redes LTE serão utilizadas para fornecer serviços comerciais até o final de 2010 e 45 ou mais redes serão lançadas até o final de 2012, diz a GSA.

Alguns fatores serão decisivos quando o novo padrão entrar em atividade. Para a operadora finlandesa Elisa, a questão mais importante é a disponibilidade de dispositivos compatíveis com a nova conexão.

Já a operadora vizinha sueco-finlandesa TeliaSonera está ampliando sua rede de modems - depois de lançar seu primeiro serviço comercial LTE em 2009 - com disponibilidade limitada para modems Samsung apenas para LTE. A companhia oferecerá um modem com suporte a ambas as conexões 3G e LTE até o final do mês.

CONECTE!!!

terça-feira, 25 de maio de 2010

4G no Brasil aguarda resolução da Anatel



Vinicius Aguiari, de INFO Online

Saltar dos usuais 1 Mbps para até 10 Mbps. Isso é o que vai proporcionar a implantação da tecnologia 4G, ou Long-Term Evolution (LTE), para celulares e smartphones compatíveis com o novo formato. O 4G é uma evolução dos padrões GSM/CDMA/WCDMA/TD-SCDMA.

Já disponível em Estocolmo e em outras 30 cidades da Suécia e da Noruega, o 4G está em processo de implantação em cidades dos Estados Unidos, do Japão, e em outros países da Europa. Em alguns casos, com poucos usuários conectados a rede, a velocidade de tráfego pode chegar a 100 Mbps.

Segundo Jesper Rhode, 44 anos, chefe de inovação de negócios da Ericsson, empresa especialista na implantação do padrão, o 4G vai deixar para trás o estigma de que a velocidade de transmissão de dados sem fio é mais lenta do que a via cabo. “O 4G consegue ser tão veloz ou até mais rápido do que a banda larga vigente hoje”, diz ele.

Para implantar o 4G Brasil, as operadoras esperam a definição da Anatel sobre quais faixas de frequência estariam disponíveis para utilização. Segundo Rhodes, o custo para as operadoras não seriam altos, uma vez que toda a estrutura dos padrões EDGE/3G seria reaproveitada.

Como qualquer nova tecnologia, os aparelhos compatíveis com o padrão 4G devem ter um custo elevado inicialmente. Com o tempo, os preços devem diminuir.

Sobre a concorrência com o padrão WiMax (Worldwide Interoperability for Microwave Access), que pode atingir uma velocidade de tráfego de até 1 Gbps em um raio de 50 km, Rhodes minimiza a competição. “Recentemente, um fabricante anunciou ter chego a marca de 2 milhões de aparelhos WiMax produzidos contra 4,8 bilhões para o formato GSM/3G. Dentro desse quadro, o 4G sempre será mais barato.” 

No ano passado, a Universidade Federal do Espirito Santo iniciou testes em Vitória a fim implantar uma rede WiMAX em municípios do interior do Estado. A rede poderia ser utilizada para comunicação dos orgãos públicos e para fornecer banda larga a população. 





 CONECTE!!!

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