domingo, 6 de junho de 2010

Golpe virtual usa nome do TSE para inserir trojans no PC do usuário

Por Rui Maciel, do IDG Now! 

Crackers têm usado o nome do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e uma suposta convocação de mesário para as próximas eleições, para tentar inserir trojans (cavalos de Tróia) nos PCs do usuário e com isso tentar roubar senhas bancárias e números de cartão de crédito.

Os criminosos enviam um e-mail intitulado "Convocação Mesário-GRE3416T" e seu texto interno sugere ao internauta conhecer o programa "Mesário Eleitoral", que incentivaria as pessoas a trabalhar nas próximas eleições. A seguir, a mensagem convida a vítima a clicar em um link relativo ao novo serviço, que traria um formulário do TSE. No entanto, o que será baixado é um trojan desenvolvido para o furto de dados sigilosos. O código fica hospedado no site "tse.ag.gp", hospedado na Alemanha.

Apesar de possuir, de fato, um programa chamado Mesário Voluntário em seu site, o TSE informa que não manda e-mails convidando o internauta a conhecer o projeto. Além disso, o texto da falsa mensagem traz uma série de erros de português.





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No Twitter, presidenciáveis atingem até 5 milhões de usuários em 7 dias



Por Mirella Nascimento do G1

Levantamento feito a pedido do G1 pela empresa E.Life, especializada em gestão do relacionamento em mídias sociais, revela que, em uma semana (de 25 a 31 de maio), as mensagens emitidas pelo microblog Twitter sobre os três pré-candidatos à Presidência que ocupam as primeiras posições nas pesquisas de intenção de voto atingiram potencialmente até 5 milhões de usuários.

Segundo o levantamento, os posts sobre Dilma Rousseff (PT) atingiram quase 1.747.000 twitteiros no período avaliado. Mensagens em que o assunto era José Serra (PSDB) impactaram 1.580.000 usuários, enquanto aqueles sobre Marina Silva (PV) chegaram a 1.630.000.

A empresa ressalta que muitos desses usuários postaram mais de uma vez sobre o assunto ou seguem mais de um candidato, e que o número total contabiliza essas repetições. Os internautas brasilienses lideraram a participação sobre os três candidatos, seguidos por paulistas, goianos e cariocas.

De acordo com o levantamento, o total de usuários atingidos pelas mensagens não depende diretamente do número de seguidores dos perfis dos presidenciáveis. Até a tarde desta quarta-feira (2), a página de Dilma no Twitter tinha 73.397 seguidores; a de Serra, 244.091; e a de Marina, 55.290.

Para fazer o monitoramento, que não se trata de pesquisa eleitoral, a empresa usou os softwares TweetMeter e E.Life Engine, desenvolvidos para medir a comunicação boca a boca no Twitter, onde os usuários podem enviar mensagens de até 140 caracteres. Foram consideradas 1,5 mil mensagens sobre cada candidato publicadas no período.
"Um dos aspectos que se observa é que os internautas estão muito ativos no sentido de falar sobre os temas do noticiário. No levantamento, é possível ver uma ligação desses assuntos com as mensagens postadas no Twitter. Para os candidatos, isso é um reflexo da repercussão da campanha, do que vem sendo dito nos discursos", diz Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life.

Outra pesquisa, feita pelo Ibope Mídia também a pedido do G1, confirma essa tendência. Usando a ferramenta BuzzMetrics, o Ibope apurou o número de referências apenas aos perfis dos três pré-candidatos no período entre 24 de abril e 24 de maio. De acordo com a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia, foram mais de 10 mil mensagens citando diretamente @dilmabr, @joseserra_ ou @silva_marina no microblog. O pico de comentários foi registrado no dia 15 de maio, quando foi divulgada uma pesquisa de intenção de voto.

"Estamos falando de uma conversa, não de propaganda. Não são as marcas que são importantes, são as pessoas. As redes sociais vieram para ficar. E tudo é dito ali, inclusive política. É importante que os candidatos, e os responsáveis por suas campanhas, estejam atentos a isso", analisa Juliana.
Palavras mais usadas
As 10 palavras mais usadas nas mensagens sobre Dilma no período do levantamento da E.Life foram: rt (retweet, quando o usuário reenvia uma mensagem que recebeu), serra, jose, candidata, pt, nao, pre, presidente, psdb e brasil. No ranking dos hashtags (termos utilizados ao lado do sinal gráfico ‘#’ para sinalizar um assunto), #dilma, #lula, #pt e #serra foram as mais citadas. Desde o começo do levantamento, ressalta a empresa, #lula está associada à candidata Dilma.

Nos tweets sobre Serra, as palavras que mais apareceram foram rt (retweet), nao, dilma, brasil, vice, psdb, bolivia, noticia, presidente e candidato. Entre os hashtags, #serra, #dilma, #dem e #lula. As palavras mais comuns no levantamento sobre Marina foram foram rt (retweet), nao, serra, pv, candidata, dilma, pré, culto, presidencia e deus. No ranking dos hashtags, #comarina, #eleicoes2010 e #realpolitik foram os mais citados.
Retorno para os eleitores 
Alessandro Lima ressalta ainda o uso do Twitter como fonte de divulgação da agenda dos pré-candidatos e, especialmente, como canal de comunicação direto com os eleitores: "Os próprios candidatos estão usando os canais para responder aos eleitores individualmente. Isso ajuda na repercussão de temas positivos e também para tirar dúvidas de possíveis ruídos em notícias e discursos".

A influência direta da movimentação pró ou contra os candidatos nas redes sociais sobre as eleições ainda é relativa, na opinião de Lima. "O poder de multiplicação das mensagens nas redes sociais é enorme, mas não se pode considerar nenhum resultado de pesquisa no Twitter como conclusivo no resultado das eleições. Ele atinge um grupo de maior poder aquisitivo, além de jornalistas, que replicam os assuntos em outras mídias e têm poder de influência, mas não representam a totalidade de eleitores", pondera.






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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Crackers usam Twitter e conflito de Israel na Faixa de Gaza para espalhar pragas

 

Por Rui Maciel, do IDG Now!

Dando continuidade a prática de usar assuntos de repercussão nacional para espalhar pragas, crackers agora têm utilizado o incidente em que Israel atacou um comboio de ativistas próximo á Faixa de Gaza na semana passada, como isca. E o ambiente para os golpes mudou dos dos e-mails para o Twitter. As informações são da empresa de segurnaça digital McAfee Labs.

Especialistas da companhia realizaram uma pesquisa no BackTweets - ferramenta que mede a popularidade do que é postado - e, usando os termos "árabes", "israel" e "exe" encontraram dois `perfis  - AHED / @AHEDOPT e sami / @maraconalove - que estariam distribuindo links com arquivos executáveis (.exe), usando o assunto do conflito como isca. Analisando as URLs maliciosas, os pesquisadores constaram que se tratavam de trojans (cavalos de Tróia) que, uma vez inseridos no PC da vítima, podem roubar dados como senhas bancárias e números de cartão de crédito.

Segundo a McAfee, com a explosão de popularidade do Twitter - entre outras redes sociais -  será cada vez mais comum hackers utilizarem o microblog para espalharem ataques do gênero. Para saber mais informações, acesse o Computer Security Research, blog dos analistas da McAfee.






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Microsoft planeja pacote gigantesco de correções para seus programas



Por Gregg Keizer, Computerworld(EUA)

A Microsoft anunciou ontem (03/6) que liberará um pacote com 10 atualizações de segurança na próxima terça-feira (08/6). Os patches corrigirão 34 vulnerabilidades presentes no sistema operacional Windows, no navegador Internet Explorer, no pacote de aplicativos Office e na plataforma de colaboração para aplicações intranet Sharepoint. As correções também anula dois bugs que a empresa admitiu em fevereiro e abril deste ano.

Embora as 10 atualizações não sejam o recorde - em outubro de 2009 e fevereiro de deste ano, a Microsoft liberou 13 - o número de vulnerabilidades igualou o de outubro do ano passado.

A cada mês, a Microsoft tem alternado a lotes de grandes e pequenas correções, com atualizaçòes de maiores dimensões saindo em meses pares. Em maio, por exemplo, a empresa emitiu o boletim para a consertar apenas duas vulnerabildades. Em abril, no entanto, foram 11 boletins, que repararam 25 falhas.

Das dez atualizações de junho, três delas são consideradas de nível "crítico" e estão no topo do ranking de ameaças da empresa. Os sete restantes são 'ímportantes", ou seja, estão apenas um degrau abaixo na relação. 

Dois dos três updates críticos vão corrigir vulnerabilidades no Windows (XP, Vista, 2000 e 7) , enquanto o terceiro abordará o Internet Explorer (IE6, IE7 e IE8). Outros patches atuarão no Excel  para Windows (versões 2002, 2003 e 2007) e também no Excel para Mac (versões 2004 e 2010). Jerry Bryant, gerente geral do Microsoft Security Response (MSRC), declarou que o Excel 2010 não traz erros e não será incluído no pacote. Ele afirmou ainda que as atualizações também corrigirão falhas de segurança descobertas em fevereiro deste ano. Os bugs permitem que hackers explorem o IE a partir do Windows XP, podendo até mesmo ler todos os arquivos do PC da vítima.

O pacote corrigirá ainda um problema no SharePoint Server 2007, que foi divulgado pela Microsoft em abril deste ano, A brecha pode ser utilizada por crackers para roubar informações sigilosas das empresas que fazem uso da plataforma. A empresa informa ainda que estes updates serão os últimos voltados para o Windows 2000 e para o Windows XP Service Pack 2 (SP2), sendo que seus suportes de segurança serão destaivados em meados de julho.




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